quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

EU ESCOLHI ACREDITAR





Alguns dias atrás li um artigo muito interessante no blog http://libertesuamente13.blogspot.com.br/ onde  uma pessoa dizia "Eu sou alguém e sou feliz sem Deus." Me interessei pelo texto,  bem escrito, e gostei dos argumentos.
Não vou transcrever aqui as ideias do autor , afinal é só clicar no link para conhecer o artigo, mas enfatizar que penso ser importante relatos como esse para que muitos cristãos entendam que o Evangelho não é uma guerra santa, onde temos a obrigação de "ganhar almas"! como um imperativo de Cristo.
Jesus em Marcos 16:16 dá um comissionamento a seus discípulos " Ide por todo mundo e anunciem o Evangelho" Esse comissionamento não está no sentido de obrigar pessoas a aceitarem a fé , como foi feito por exemplo na Europa, no início da Era Cristã, em relação a outras religiões, e também o ocorrido na América com os índios , que foram obrigados a abraçar a fé em Deus, sendo ignorada a sua cultura e visão de mundo. 
Poderíamos responder esta pergunta? É possível viver sem a fé em um Deus? Muitos , acostumados a esse tipo de pensamento, com certeza responderão que não, que é impossível ao ser humano viver sem Deus.
Bem não estou me referindo estritamente ao Deus cristão, que hoje é a crença comum da maioria, mas não acreditar em nenhum tipo de deus;
A História está repleta de homens e mulheres que não acreditavam em Deus. Muitos filósofos eram ateus, muitos cientistas também. Alguns tiveram uma vida boa, apesar de não terem crenças dessa Natureza, outros nem tanto.
Voltando ao texto que deu origem a esse post o autor explica entre tantos argumentos que vive bem sem deus, que apesar de não ter essa crença, tem um sentido ético, respeita a maioria das formas de vida desse Planeta, procura ser solidário ao próximo. Faz tudo isso não por interesse num céu ou por medo do inferno, mas simplesmente porque é algo que está em seu interior.
Apesar de respeitar a decisão do autor, minha escolha é outra : " Eu escolho acreditar". Afinal não posso provar a existência de Deus, e os ateus também não podem provar sua não existência. Para que isso fosse possível precisaríamos ser Deus, o que seria um grande paradoxo.
Estou feliz com minha fé, e acredito também que é possível alguém estar feliz sem ela. Tudo é uma decisão pessoal"

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A FORÇA DA DEPRESSÃO


São cerca de 500 milhões de pessoas no mundo vítimas da depressão segundo dados do Datafolha. Para a OMS este número deveria ser alcançado em projeções, até 2030, mas já vivemos esta situação nos dias atuais.
A maioria dos casos está entre mulheres na faixa de 45 anos, mas há também homens e crianças com o mal.
É fato comprovado nos tempos hodiernos que depressão é um desarranjo bioquímico do cérebro, algo que precisa ser tratado com medicação para que o sistema nervoso volte ao seu equilíbrio.
Mas não se pode negar que a atual situação desse mundo colabore e muito para que a depressão se instale.
Não temos mais tantas certezas, afinal tudo é relativo o mundo muda há uma velocidade alucinante, o que tínhamos como certezas há alguns anos, já não é mais agora.
Os valores estão se desintegrando, se tornam cada dia mais líquidos como já anunciou o filósofo Zigmund Bauman em seus livros Amor líquido e Modernidade Líquida. Assim, como interagir com as pessoas, com uma sociedade que não estabelece critérios mínimos para convivência?
A ética a cada dia que passa se torna menos importante. Já não se tem a ideia de uma comunidade, de buscar esse bem comum, mas o individualismo toma conta  e cada um busca seu próprio sucesso  e de membros de sua família .
A família está em transformação. Não podemos dizer que simplesmente está em crise, talvez uma crise já muito antiga, afinal é também uma construção social, mas essas transformações tem trazido uma nova configuração de família que nos deixa confusos e que produz em muitos jovens uma apatia e um déficit de amor muito grande.
As instituições estão em decadência. A Igreja, uma das mais importantes, vem pouco a pouco perdendo seu valor histórico e espiritual. Sofre também muitas transformações e além disso a própria atuação de seus membros tem  a levado ao descrédito
A situação econômica do mundo é terrível.  Talvez 10% de habitantes do Planeta possuam 90% da riqueza , sobrando aos demais miséria, fome, desemprego, péssimas condições de atendimento médico, falta de segurança.....
Diante dos argumentos acima expostos , quem em sã consciência não ficaria em depressão?
Na verdade as pessoas tem , todos os dias, uma luta hercúlea para manterem a sanidade de suas mentes 

Resta nos a fé individuala crença subjetiva, de que Alguém é por nós, de que apesar de todos os percalços de tanta desilusão com este sistema de coisas " Deus amou ao mundo .e ainda ama" É essa crença que ainda mantém muitos em pé , e que nos faz acreditar que venceremos " Maior é o que está em nós do que aquele que está no mundo.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O DEVER DE SER FELIZ?


Temos urgência em ser felizes, em sair bem "na foto", em sempre termos estampado no rosto um sorriso largo, a convicção que temos o dever de ser positivos e ter uma palavra amiga.
É claro que tudo isso é muito bom, são atitudes que tornam nossa vida, aparentemente mais suportável, mas ao mesmo tempo denunciam um ideal de felicidade embutido em nós pela sociedade, que não leva em conta outras formas do ser. 
Vivemos hoje um hedonismo, não aquele do filósofo grego Epicuro, que enfatizava o prazer como fundamental, um prazer vinculado a simplicidade de vida, a ter amigos  e sermos donos de nós mesmos. mas antes queremos um prazer a qualquer custo, efêmero superficial.
A Natureza é cíclica com 4 estações definidas. O dia nasce e se põem e a noite igualmente  se pronúncia em sua beleza.
Ninguém tem a obrigação de estar sempre feliz, de ser sempre a solução. Há momentos em que somos a solução, em que temos a positividade em nossas ações e criamos belas coisas. Mas também há momentos em que nosso interior está "nublado" e precisamos parar de querer que estas nuvens não apareçam, de mostrarmos todos os dias uma  aparente felicidade, como se nada nos abatesse.
Ser problema as vezes é importante, porque os problemas, apesar dessa visão de que é algo que precisa ser evitado, são uma mola do progresso. Sem problemas para resolver, o mundo estaria ainda na Idade da Pedra, não teria desenvolvido a alta tecnologia atual.
A arte belíssima de Van Gogh surgiu muitas vezes de seus momentos de depressão e letargia, assim como tantas obras primas que hoje podemos visualizar.
Mas a ideia atual é rejeitar o feio, o depressivo, o problema, e idealizar a beleza,a positividade e a solução. Castrar a vida de suas polaridades, amar apenas o que nos convêm.
Nietzsche filósofo alemão contestava muito desses pressupostos Esse ideal de que viveremos o melhor em outra vida, e para isso negamos essa aqui era para ele próprio do niilismo.
Abraçar a existência, aceitar tudo o que vier, acreditar que ainda assim vale a pena estar vivo.
É só assim que experimentaremos a verdadeira essência da Vida.

sábado, 13 de dezembro de 2014

INFINITO ENQUANTO DURE


Soneto de fidelidade é um dos poemas mais lindos que já li. A maneira como o sentimento amoroso desfila pelos versos, demonstra alguém zeloso, preocupado em sentir, sorver de maneira preciosa a emoção, o desejo o valor da amada e objeto desse amor.

É como se o eu lírico quisesse eternizar os segundos,desse"infinito enquanto dure" valorizar cada momento, pegar nas mãos aquele sentimento e pouco a pouco ir se apropriando de suas nuances. 
Toda vez que leio esse poema lembro-me de um pensamento que diz mais ou menos isto " Não importa o tempo que você viveu, mas a intensidade dos segundos que você experimentou a vida"
Afinal, de que vale viver uma existência de 70, 80 anos com alguém, se esse sentimento foi morno, insosso, sem brilho? Melhor seria ter vivido um grande e inesquecível amor, mesmo que ele tenha durado apenas alguns momentos. 
"Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure" sintetiza tudo o que eu já escrevi. Mas também , no meu ponto de vista, demonstra um tipo de sentimento e relacionamento marcados pela pós modernidade, uma  urgência em se viver, em intensificar os sentidos,

Zigmund Bauman  em um de seus livros Amor líquido fala algo desse amor que temos nos tempos modernos. Um amor que não se mantém em pé diante dos desafios da vida moderna, um amor que se desfaz diante dos apelos desse mundo, das opções que se oferecem as pessoas, da transformação das mesmas em objetos e mercadorias e de como as leis do mercado, da concorrência, da personalização dos gostos e prazeres, sequestrou o amor e o transformou também em um bem de consumo descartável..
Não podemos igualmente ser ingênuos em acreditar que o amor romântico como nos é vendido pela mídia possa se sustentar , visto que é uma construção social recente.
No entanto, precisamos construir sentidos e visões que permitam um amor maduro,  que não seja apenas chama, nem ao menos imortal, mas um sentimento que nos permita respeitar nosso parceiro(a) e que juntos possamos realizar uma vida prazerosa e possível!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

EU FIZ DA MINHA MANEIRA

O mundo em que vivemos tem muitas opções, aliás para todos os gostos. Há uma diversidade imensa na Natureza com milhões de espécies diferentes, nosso Universo tem bilhões de estrelas e vivemos em um Planeta com sete bilhões de pessoas, que apesar de terem um biotipo parecido, não o são em sua subjetividade.
Vamos falar da biometria. Quantos sistemas biométricos existem que se baseiam em características únicas da pessoa humana, como a íris dos olhos, a face, a impressão digital, a voz, entre outras?
Isto mostra a cada dia que somos únicos, somos pessoas totalmente diferentes uma das outras, mesmo que tenhamos gostos iguais, que sejamos parecidos em algum traço físico, sempre haverá algo que nos defina de forma particular.
A publicidade aliada ao mercado percebeu isso há muito tempo e tem sugerido produtos que contemplem a preferência individual, personalizando a cada dia mercadorias que se encaixem no gosto  de cada indivíduo. Quem pode pagar, com certeza poderá adquirir produtos feitos sob encomenda
Por outro lado , temos visto ideologias, sistemas religiosos e políticos tratarem o ser humano , como pertencentes a um rebanho, onde precisam obedecer a regras, terem comportamentos previamente estabelecidos pelos seus líderes.
Frank Sinatra tem uma linda canção onde desfila em palavras a  certeza de que é preciso fazer seus próprios caminhos, é fundamental fazer suas próprias escolhas, não viver como uma simples ovelha que segue o rebanho. " Eu planejei cada caminho do mapa,cada passo cuidadosamente no correr do atalho.Mas muito mais do que isto... eu fiz do meu jeito"

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

CARTAS VIVAS!





Eu ainda era muito jovem. Talvez uns 20 anos não me lembro muito bem, Só me lembro que preenchia uma ficha de emprego nos Correios e estava um pouco apressado. Rapidamente coloquei meus dados principais, essas coisas que se pede nessas horas, e fui rapidamente a mesa onde havia uma psicóloga, recebendo as fichas. Ela, atentamente tomou a ficha de minhas mãos, deu uma rápida olhada e fez um comentário , que achei meio rispido. " Nossa, parece que você está com pressa. Está mal preenchido essa ficha" Recordo-me que não gostei do comentário e fiz uma contra argumentação tentando me redimir, mas hoje penso que o estrago já estava feito. Claro que perdi a vaga.
Pensando nisso hoje, compreendo a atitude da psicóloga, afinal era trabalho dela analisar o candidato que iria trabalhar na empresa, e com todo o seu conhecimento de comportamento humano, percebeu que eu realmente tinha sido relapso. E mais, que através de uma ficha escrita eu tinha revelado um dado do meu comportamento e ela pela sua experiência percebeu.
De fato , tudo que pensamos, aquilo que somos por dentro se reflete em tudo o que fazemos, na maneira como falamos , como falamos, o que vestimos, nossos gestos e atitudes.
De nada adianta eu ter um discurso do bem, querendo vender uma imagem positiva do que sou, se interiormente eu não for nada disso. Posso enganar alguns, mas pessoas experientes com certeza vão perceber.
Por isso é preciso encurtar a distância entre o que falo e o que realmente sou, fazer um trabalho interno de alinhamento de missão, visão e valores, buscar ser autêntico.
Com certeza é um trabalho para a vida toda, mas é fundamental o autoconhecimento.
O apóstolo Paulo usa uma metáfora muito interessante ao referenciar o caráter do cristão. " Vós sois cartas vivas, escritas não com tinta, mas pelo Espírito Santo de Deus (2Cor.3.3 )
Uma carta revela, sem dúvida alguma a personalidade de quem a escreveu, seus pontos fortes e fracos, se é caprichoso ou relapso.
Nós somos cartas de amor que Cristo escreveu para a alma pecadora. Como será que essas almas tem nos lido? Será que somos lidos de forma compreensível, será que há beleza em nossa escrita, estamos inspirando pessoas?

domingo, 7 de dezembro de 2014

OS BONS ENCONTROS



 
Imagino que a maioria de nós , em algum momento já teve grandes motivos de alegria, porque afinal, apesar de vivermos em uma sociedade excludente e que oferece poucas oportunidades, a Vida vai além desse sistema organizado de coisas.
Felicidade como alguns dizem não existe, o que existe na verdade são momentos felizes, fugazes sim, mas as vezes inesquecíveis.
E quando estamos alegres, sentimos uma espécie de energia fluindo em nosso corpo, vivificando cada célula, renovando as forças vitais dentro de nós. É uma experiência única que queremos sempre repetir.
A tristeza por outro lado, nos desestabiliza, enfraquece nosso sistema imunológico, diminui nossas forças vitais e por isto sempre que pudermos evitaremos qualquer tipo de tristeza.
A Psicanálise ensina que há dois instintos em nós: Eros e Tanatos, o principio do prazer e o principio da dor e que todo ser humano desde que nasce só pensa em duas coisas: Potencializar o prazer e evitar a dor.
Espinoza , filósofo da Modernidade, usa palavras diferentes, mas com sentidos convergentes. Para ele a vida é feita de bons e maus encontros
Um bom encontro é tudo aquilo que produz em mim contentamento: Um local agradável, uma viagem a praia, um presente, o encontro com alguém que admiro. Devemos sempre intensificar os bons encontros.
Os maus encontros são tudo aquilo que diminui nossas energias, que nos entristece. Pode ser uma notícia ruim, uma pessoa desagradável, um ambiente negativo..... 
Para vivermos plenos, diz o filósofo é preciso escolher a dedo nossos encontros pois vivemos uma vida efêmera que não pode ser desperdiçada em encontros dispersivos , que diminuirão a nossa estima.
Assim, é preciso coragem para fazermos escolhas. Muitas coisas nas nossas vidas tem produzido bons encontros? Será que  amizades, trabalho, e afazeres, tem produzido alegria ?
Que podemos fazer para minimizar maus encontros e produzir bons encontros?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

PONTO DE EQUILÍBRIO



Cada pessoa reage de forma diferente as mais diversas situações. Alguns precisam ir para um lugar distante, uma praia paradisíaca para recuperar suas forças.
Outros, da mesma forma, tem seus interesses voltados para a figura de alguém que os inspire, que faça com que suas energias se renovem.
Também sabemos de pessoas que tem nos vícios,  de beber, fumar ou até mesmo usar outras substâncias , como sua válvula de escape.
Se voltarmos ao tempo, nos primórdios da aventura humana neste planeta veremos os mesmos comportamentos em outras roupagens:: Homens e mulheres adorando o sol, a lua as estrelas, inspirados por guerras,  ou aliviando suas dores mascando alguma folha alucinógena.
Isso leva a supor que nós ,seres humanos, temos consciência de finitude e precisamos sempre buscar uma compensação para o fato  de que estamos em um Universo infinito e somos como poeira, como uma gota neste vasto oceano.
Cada um faz suas escolhas e não pretendo lançar juízos de valor sobre o que é preferível ou não , sobre o que é melhor ou pior, sobre o que é certo ou errado.
Fiz uma escolha há  anos que mudou minha vida, embora isso tenha acontecido quando ainda era muito jovem e por vezes busquei outras opções, mas sempre voltei para a Fonte.
Cristo é meu ponto de equilíbrio. Cristo que morreu na cruz, que escreveu uma Nova aliança, alicerçada não mais em ordenanças , em  códigos morais de sacrifícios e castigos, mas em misericórdia e amor.

É  certo que talvez para outros seja a meditação do budismo, a força de Alá, a tranqüilidade do Tao, a capacidade humana, não importa, todos nós precisamos de um ponto de equilíbrio, um estado onde nos aquietamos, onde nos sentimos como criança desmamada que dorme suavemente nos braços de sua mãe!!!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

OS CÓDIGOS DA VIDA



Aparentemente a vida é simples e alguns dizem que a complexidade é fruto da ignorância dos homens.
De fato, não há como negar que algumas pessoas complicam situações simples, aquelas do tipo " tempestade em copo d"água",
Entretanto também não há como negar que o pano de fundo de muitas de nossas vivências não é exatamente " água com açucar".
Desconfio que há muitos códigos escondidos, complexidades que requerem de nós um pensamento rigoroso, baseado em ciência , matemática e lógica.
É claro que a maioria de nós não quer pensar muito. Aliás lembro-me de um amigo que estudava comigo que tinha uma frase engraçada " pensar dói".
Pensar de fato dá trabalho, as vezes é maçante e demora  tempo, o que nos estimula muitas vezes a procurar um atalho.
A vida é simples e ao mesmo tempo complexa. Simples na maneira de ser conduzida, de ser experimentada , mas complexa em sua essência , em suas nuances.
códigos por todo lado. Um simples passeio pela cozinha nos revela um mundo de reações e fórmulas químicas complexas em eventos simples como a fervura da água, o milho de pipoca estourando na panela, a massa de pão que cresce depois que recebe o fermento.
Em nosso corpo um código aparentemente  simples, o DNA  se combina de milhares de formas até criar toda a estrutura de nosso organismo.
Na Internet também não é diferente.
Ao acessarmos o Google obtemos milhares de respostas as nossas pesquisas. Uma folha online se abre após um clique, algo simples, um texto com algumas palavras. Mas por trás desse simples texto há um código complexo chamado HTML. Nós enxergamos as letras, mas a máquina enxerga o código.
E assim poderíamos citar outra dezena de exemplos, mas o que nos importa no momento é realmente constatar que  vivemos um mundo de aparências e nem chegamos a tocar a essência das coisas. Para isso é necessário humildade, paciência, compreensão e o desejo de ir além.